Se você procurava um video para passar em uma reunião de trabalho que fizesse alusão aos resultados impressionantes que a combinação de liderança e disciplina podem gerar, seus problemas acabaram:
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Ultimamente, a equipe com a qual trabalho tem se envolvido com muitas vagas de promoção interna.
Isso logicamente tem adicionado certa adrenalina e turbinado o rendimento de todos. Mas tenho acompanhado um comportamento diferente em alguns profissionais: uma certa tensão causada pela dúvida de como se comportar para “garantir” a promoção.
Certamente, meu caro leitor, se você não está passando por essa fase, vai passar em breve.
Aqui seguem as minhas dicas de como proceder:
Não exagere no trabalho: Ocupação não significa eficiência – o que vale é o resultado. Trabalhar até mais tarde e/ou levar trabalho para casa são sintomas de um funcionário incapaz de organizar o próprio tempo e priorizar suas atividades focado nos resultados.
Não bajule. Com o decorrer do tempo, seu gestor não vai querer mais a sua opinião, por julgar que você não tem senso crítico e por isso sua opinião não deve ser levada em consideração. Eu nunca aprendi nada com quem sempre concordou comigo. Acredite em mim: seus gestores também pensam assim.
Não saia em campanha escancarada pela sua promoção. Não peça conselhos de como agir ou como apresentar novas ideias e etc.. Primeiro porque vai parecer que você está inseguro sobre as suas chances e segundo, porque há grande chance de outros colegas fazerem isso, e se você usar apenas os momentos certos para tocar no assunto – irá se destacar.
Não comente com os seus colegas sobre suas pretensões ou as chances de ser promovido. Você nunca saberá de que jeito essa história será passada à frente – e ela sempre será passada à frente. Além disso, uma expectativa em um número cada vez maior de pessoas só servirá para aumentar a sua ansiedade e deixá-lo cada vez mais longe da sua estabilidade emocional.
Não mude. Você está sendo considerado para a promoção porque o seu trabalho já foi analisado e agradou aos gestores. O seu comportamento profissional foi o seu diferencial. Mantenha o foco no trabalho e não force demais. Tudo o que você precisa é continuar entregando os resultados que sempre entregou, mas agora: SEM ERROS.
Entenda que se você foi avisado que está sendo avaliado para ser promovido, existe uma grande chance de que o seu gestor queira avaliar a sua reação sob pressão. Funciona da mesma forma que um processo seletivo com entrevistas e dinâmica em grupo. A maioria dos candidatos, ao se deparar com um ambiente de forte pressão, competição ou hostilidade, reage alterando seu comportamento.
Por isso, olhe para si mesmo. Repare nas suas atitudes, no que vem falando e nos seus resultados. É exatamente isso que o seu gestor está vendo. E se isso vem dando certo, não mude. Faça o que você vem fazendo de um jeito mais cuidadoso e eficiente. Mudar de atitude pode não trazer os benefícios que você espera.
Até porque, você não sabe o que passa pela cabeça dos seus gestores. Sabe?
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Todos devem ter acompanhado o caso Muricy / Seleção Brasileira que tomou conta da mídia há alguns dias atrás.
Aqui vai um breve relato do que aconteceu:
Muricy Ramalho, técnico do Fluminense, havia tomado um café da manhã com Ricardo Teixeira e aceitou o convite para o cargo de treinador da seleção brasileira – o olimpo profissional de qualquer técnico de futebol – e o sonho pessoal dele.
A partir dali, só faltava falar com o Fluminense – que avisou que não liberaria seu treinador. No meio da tarde, a bomba: Muricy não vai para a Seleção e ainda renova contrato com o Tricolor carioca. A entrevista coletiva do vice de futebol e do patrocinador do clube foi taxativa em dizer que Muricy Ramalho é um homem de palavra e honraria seus compromissos, deixando a Seleção para depois.
Bem, estava esperando a primeira coleiva de Muricy Ramalho para escrever um post sobre esse caso. Mas a idéia não é falar de futebol e sim da ética e da honestidade envolvendo decisões difíceis na vida profissional.
Sempre comento com a minha equipe que Fazer Sucesso é fácil. Difícil é construir uma carreira de Sucesso. E na maioria das vezes, construir uma carreira de sucesso tem mais a ver com a capacidade de dizer não para algumas oportunidades do que aceitar tudo que vem pela frente.
Mas, ao fazer uma busca por mais conteúdo sobre o assunto, encontrei um post do sempre ótimo Emerson Gonçalves, tratando o futebol com uma visão corporativa, que é decisivo, irretocável, completo.
A mim, só cabe humildemente reproduzi-lo aqui, e agradecer ao Emerson pelo texto tão lúcido.
Bom proveito:
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Quem me conhece sabe bem qual é a minha opinião sobre a cópia de conteúdo digital: sou mais que a favor. Sou um defensor.
Mas é preciso explicar os limites dessa afeição ao compartilhamento digital. Sou contra a pirataria de produtos ou marcas com fins comerciais. Falsificações só prejudicam o avanço tecnológico e cultural ao trazer lucros para indivíduos que não estão envolvidos no processo de inovação e pesquisa e entregam, geralmente, um produto de péssima qualidade.
Defendo o acesso ao conhecimento humano, educação e cultura. E considero ridícula a comparação de uma cópia de um livro ou cd, por exemplo, ao roubo. Se eu roubar uma caneta de alguém, a vítima do crime deixa de ter a caneta. Mas se eu copio de alguma forma o conteúdo de outrem, eu e ele poderemos usufruir dessa ideia. Em marketing isso tem até nome: benchmarking.
Esse vídeo abaixo defende esse conceito, mas de um jeito mais divertido:
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Segue abaixo um texto retirado da sempre excelente coluna do Max Gehringer na CBN. (Essa coluna foi ao ar no dia 24/06/2010 – e você pode ouvi-la na voz do autor aqui.)
Tive o trabalho, querido leitor, de transcrever todo o áudio aqui. Max sempre manda bem. Mas considero esse texto um dos seus melhores – carregado da sua percepção cristalina do mundo corporativo.
Bom proveito:
“Uma ouvinte pergunta: ‘Se você tivesse que dar um único conselho a um profissional, qual seria?’
Seria: não desista!
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Em tempos difíceis, a saída sempre passa por aqui:
“Quando nada se faz contra o mal, a apologia do bem vira mera desconversa.” (O. Carvalho)
Para pensar….
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Em toda a minha carreira, e lá se vão mais de 10anos no varejo, todas as pessoas que conheci, a partir de um nível médio de formação, queriam ser tratadas como “parceiras” e não apenas como empregados.
Eu disse TODAS.
Elas desejavam – e ainda devem desejar – se sentir parte de algo maior e não apenas uma simples engrenagem.
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Agora eu entendi de onde veio a inspiração para a horrosa marca da Copa de 2014 no Brasil.
Eu achava que a logo deveria trazer um símbolo da brasilidade, já que temos uma variedade incrível de elementos que poderiam representar nossa cultura mundo afora. Mas parece que a CBF não compartilha da mesma ideia.
Clique para continuar lendo e descubra de onde veio a inspiração.
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Philip Kotler é o autor do livro mais lido por gerações de estudantes de marketing: “Administração de Marketing” – por muitos, considerado a Bíblia do assunto. Considerado o mais influente pensador da área de marketing de todos os tempos, seus pensamentos, assim como seus livros, têm servido como referencial na área. O seu mais novo livro, “Marketing 3.0″, escrito em coautoria com Hennawan Kanajaya e Iwan Setiawan, trata da combinação de Responsabilidade Social e Marketing.
A mensagem é clara: com consumidores cada vez mais informados e engajados, as preocupações sociais e ambientais das empresas estarão cada vez mais relacionadas ao desejo de adquirir seus bens e serviços. O livro desenvolve conceitos e dá exemplos práticos de como se adaptar a esse novo ambiente que está emergindo.
“Os clientes estão mais conscientes, ativos e poderosos do que nunca.” Kotler
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