Em toda a minha carreira, e lá se vão mais de 10anos no varejo, todas as pessoas que conheci, a partir de um nível médio de formação, queriam ser tratadas como “parceiras” e não apenas como empregados.
Eu disse TODAS.
Elas desejavam – e ainda devem desejar – se sentir parte de algo maior e não apenas uma simples engrenagem.
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Em todas as empresas pelas quais passei, e principalmente na atual, aprendi que para aumentar o desempenho de forma sustentável ao longo do tempo, eu precisava cada vez mais deixar os outros tomarem decisões e me concentrar menos em estar sempre certo.
Desde o início desse ano estou trabalhando com uma técnica simples (que nem sempre lembro de usar): antes de falar, me pergunto: “Será que vale a pena?”
Percebi que na maioria das vezes, apesar do meu comentário estar correto, não valia a pena tê-lo dito. Isso encurtava as possibilidades, privava minha equipe de boas experiências e diminuia as chances de receber mais sugestões no futuro.
Agora me concentro em capacitar minha equipe.
Se você leitor puder, faça o mesmo. Sua equipe passará a entender melhor suas responsabilidades. O processo leva tempo – uma equipe só acredita que está habilitada depois de lutar sozinha pelos resultados durante um certo tempo – mas vale a pena.
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