O quanto você quer fazer sucesso?

Esse é um vídeo daqueles de arrasar qualquer preguiça.

Verdadeiro do início ao fim. Apesar da temática visual ser associada ao esporte, ele serve para tudo na vida: estudo, trabalho, relacionamentos e até condicionamento físico.

Em épocas de final de ano e as eternas promessas que o acompanham, ele é indispensável.

Se as legendas não aparecerem automaticamente, basta clicar no CC.

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Metade dos sites de compras coletivas abertos no Brasil já fechou as portas

Metade dos sites de compras coletivas abertos no Brasil já fechou as portas

Pesquisa mostra que, em dois anos, foram abertos no País 1,6 mil sites desse tipo; desse total, 800 não divulgam mais ofertas ou simplesmente estão fora do ar

A matéria é de ontem no Estadão.

Mas eu já tinha falado disso aqui em um post de fevereiro: Porque sites de Compras Coletivas não vão muito longe (pelo menos não desse jeito).

Sem atendimento decente – nenhuma promoção se sustenta.

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Pensamento da semana #8

Mais uma da série os Gráficos mais importantes da minha vida

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Pensamento da semana #7

Da série os Gráficos mais importantes da minha vida


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Uma conversa que mudou meu jeito de ver a vida

Há dois dias eu estava correndo, cruzando a cidade da da Zona Sul para a Zona Norte, completando 3 horas dirigindo. Atrasado, sem almoçar, estressado e ansioso, amaldiçoei o tráfego (apesar de ter prometido não fazer mais isso). Foi quando tive  um estalo e passei a pensar na conversa que tinha tido com um membro da minha equipe quando fazia o caminho de ida (Zona Norte – Zona Sul).

Tínhamos marcado de almoçar para colocar algumas questões em dia. Mas por conta de uma série de imprevistos e chamados urgentes, o almoço se transformou em apenas uma carona – o trajeto de aproximadamente uma hora seria usado para conversarmos e eu voltaria para a minha mesa e as minhas pendências. Quando, ao pegá-la, informei a mudança de planos, ela me devolveu: -”eu sabia que você ia me enrolar”. Respondi que não, que uma série de problemas aguardavam a minha presença e etc… por isso precisaríamos correr. Mas no caminho de volta pensei sobre isso – e percebi que ela estava certa.

Até hoje eu odiava admitir isso, mas eu não estou apenas com a agenda cheia, desmarcando compromissos, atrasado para reuniões, esquecendo de eventos pessoais e assuntos importantes. Eu criei todo o caos que gira em torno de mim porque eu sou um viciado no rush – dependente da adrenalina da pressão por fazer cada vez mais em cada vez menos tempo.

Essa é a verdade que molda toda a minha vida, tanto em casa como no trabalho. Mas isso implica em uma falta de tempo crônica – pessoal e profissional – e inclusive para atualizar esse bom e velho blog.

Não esquecerei esse dia. Pelo contrário, eu sempre fui fascinado pela maneira como certos momentos simples e fugazes que poderiam passar despercebidos – acabam moldando nossas carreiras ou alterando completamente nossas vidas. Eu poderia não ter dado atenção ao que ela falou ou ela poderia ter decidido não chamar a minha atenção. Ela precisou de coragem para dizer o que disse e eu serei eternamente grato por isso. Também estou grato porque estava disposto a ouvir naquele dia. O que nem sempre foi o meu caso.

Aprendi duas coisas especiais nesse dia:

A primeira é a importância de criarmos ambientes onde a outra pessoa se sinta confortável para lhe dizer algo importante, algo verdadeiro, mas que provavelmente nós não queremos ouvir.

A segunda coisa é que preciso me esforçar mais para, com pequenos ajustes e métodos de organização – associados à capacidade de dizer não para algumas “urgências” que explodem todos os dias,  conseguir estar mais junto no dia a dia da minha equipe, disposto a ouvir e prestar atenção.

Precisarei administrar as distrações e a sobrecarga de informações, mas a minha maior motivação será sempre que percebi o quanto podemos realizar pelo simples fato de estarmos presentes.

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Pensamento da semana #6

“Learn from Everyone. Follow No One. Watch for Patterns. Work like Hell.”

Scott Mccloud (e os seus 4 passos para o sucesso)

Algo como: ” Aprenda com todos. Não siga ninguém. Preste atenção aos padrões. Trabalhe como um condenado.”

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5 motivos que mais levam ao fracasso corporativo

Ando obcecado com a, cada vez mais nítida, impressão de que não importa o que se faça, o quanto se invista, acredite ou forçe, algumas pessoas não conseguem se desenvolver e conquistar o espaço que realmente mereciam.

Já outras, mesmo trabalhando isoladas e independentes, crescem e agarram suas oportunidades com uma vontade que faz do sucesso a única saída.

Observando as nuances do comportamento destrutivo dos que não conseguem o sucesso que esperam, notei cinco padrões que, acredito, colaboram demais para o fracasso corporativo. Se você se reconhecer em algum deles, pule fora rápido desse comportamento destrutivo…

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Um jeito fácil de manter as pessoas longe da mentira

Qual a forma mais comum que companhias, governos, autoridades tem para garantir que as pessoas estão falando a verdade? No final de qualquer acordo ou contrato, eles pedem para a pessoa assinar uma declaração atestando a sua honestidade.

Pelo que nós já sabemos sobre o mundo, isso não parece funcionar 100% eficientemente.

Foi o que concluiu uma equipe de pesquisadores em uma série de quatro experimentos. Eles mostraram que a assinatura de uma declaração no final de uma declaração de imposto ou revisão de seguro não faz nada para promover a honestidade.

As pessoas que assinaram uma declaração desse tipo não eram mais ou menos propensas a mentir do que as que não assinaram.

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As Maiores Lições da minha Vida

Há exatos 15 dias perdi minha avó. Após uma breve luta contra um câncer, ela não resistiu e se foi na véspera de completar 80 anos.

Durante esse período compreendido entre a descoberta da sua doença e hoje, não consegui achar graça em quase nada. Por isso a falta de motivação de manter atualizado o blog. Não conseguia ler, ver tv, ficar na web ou me concentrar. Só quem já perdeu a avó (que no meu caso funciona como mãe) ou alguém tão amado pode entender…

Minha avó foi o ser humano mais bondoso que conheci. Excelente esposa, mãe, irmã e avó.

Esteve sempre ao meu lado, com um amor incondicional e uma compreensão que teimava em entender tudo que eu fazia de errado. Nunca me faltou.

Presto minha última homenagem à essa mulher maravilhosa.

Que me ensinou a ser um homem honrado. Cavalheiro sempre que possível.

Que me ensinou a fazer a coisa certa, entendendo mas nunca aceitando os meus erros.

Que me ensinou a aguentar firme e manter minha palavra sempre. Sem desculpas.

Que me ensinou o verdadeiro significado de riqueza e valor.

Que foi valente até o final, firme em sua fé, ensinado essa última lição que a classifica como alguém realmente especial e a separa da grande maioria.

Ainda não tenho filhos – eles perderam a oportunidade de conhecê-la.

Mas prometo que os seus ensinamentos seguirão comigo e honrarei sua memória.

Adeus minha avó Ilda.

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Os Riscos de Planejar apenas para longo prazo

Às vezes me flagro em uma conversa com profissionais de outras áreas que colocam todos os problemas que suas empresas e/ou departamentos passam apenas na conta da falta de planejamento de longo prazo. Já virou lugar comum. Deu errado? Falta alguma coisa? A resposta: “Falta Planejamento!”

Não discuto a importância do planejamento de longo prazo. Ele é útil para dar um norte nas pequenas decisões operacionais, alinha investimentos e prepararação para o futuro.

Mas a busca cega apenas pelo planejamento de longo prazo, pela grande sacada, pela visão no horizonte,  nos deixa órfãos das ações de tiro curto. As decisões simples, imediatas, que fazem toda a diferença no dia a dia ficam em segundo plano. Sem esperar pela ideia de 5 milhões de dólares – prefiro partir para implantar um milhão de ideias de cinco dólares.

Pensando nisso, lembrei desse vídeo. Acho que ela fala melhor por mim. E olha que está em japonês, mas mostra a dificuldade de alguém que só olha para muito longe!

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